domingo, 5 de outubro de 2014

Texto Argumentativo - Mónica Cunha

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Racismo

Todos sabem que desde sempre que o racismo é uma tendência no pensamento de milhares de pessoas, que é criado devido às diferenças entre as mesmas. O racismo surge devido à estupidez e ignorância das pessoas ao enfrentarem estas diferenças, que gera o preconceito. Consequentemente, ocorrem muitos conflitos  e desentendimentos, afetando muita gente. Atitudes, como músicas, brincadeiras, piadas e outras formas são utilizadas para discriminar as pessoas.
Com tantas consequências más resultantes destas atitudes, são muito poucas as pessoas que fazem algo para mudar isto, enquanto que a maioria as ignora.
Mas onde estão os Direitos Humanos que muitos falam? As pessoas esquecem-se que somos todos iguais , independentemente da nossa cultura, etnia e costumes serem diferentes. Os direitos de cada um têm de ser conservados e respeitados para que grande parte dos conflitos que temos no nosso mundo desapareçam e possamos viver em comunidade.
Eu sei que vivemos num mundo livre, em que podemos expressar a nossa opinião como quisermos, mas também vivemos num mundo em que se preserva os Direitos Humanos.
Para concluir, eu penso que se a população conhecer os seus direitos e praticar os seus deveres ela ficará mais unida, pois se todos nos respeitarmos, podemos beneficiar das diferenças que existem entre as diferentes etnias.
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Texto argumentativo - Catarina Ramos

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Eutanásia

A eutanásia (do grego ευθανασία - ευ “bom”, θάνατος “morte”) é uma forma de terminar com a vida de um doente em fase terminal ou numa situação de saúde delicada, acabando com o seu sofrimento de uma forma controlada e assistida por um especialista. O tema da eutanásia é muito controverso e muitas pessoas acham a ideia de ajudar a pôr fim à vida de alguém, uma coisa desagradável e chocante. É importante distinguir eutanásia de "suicídio assistido", uma vez que na primeira é uma terceira pessoa que executa, e no segundo é o próprio doente que provoca a sua morte, ainda que para isso disponha da ajuda de terceiros.

Existem muitos argumentos contra a eutanásia. 
Para a religião, a eutanásia é vista como uma usurpação do direito à vida humana, pois uma vez que o “Criador” nos deu uma vida apenas Ele deve ter o direito de a retirar. Na perspetiva da ética médica, tendo em conta o juramento de Hipócrates, o qual considera que a vida é um dom sagrado sobre o qual o médico não pode ser juiz da vida ou da morte de alguém, os médicos devem assistir o paciente, fornecendo-lhe todos os meios necessários à sua subsistência. Para além disto, pode-se verificar a existência de casos nos quais os pacientes podem ainda vir a ser curados por um método desconhecido.
Outro dos argumentos contra a eutanásia está relacionado com a parte legal do tema, uma vez que o Código Penal atual condena qualquer ato que ponha fim a uma vida, podendo ser o homicídio voluntário, o auxilio ao suicídio ou o homicídio mesmo que a pedido da vítima ou por “compaixão”, a prática da eutanásia deve ser punida.

Quem é a favor da eutanásia, acredita que esta seja um caminho para evitar a dor e o sofrimento de pessoas que estejam em fase terminal ou sem qualidade de vida. Tendo deste modo uma morte pouco dolorosa e digna. Cada pessoa tem a consciência para decidir por si próprio, estando na base a escolha pela prática ou não da eutanásia. Esta escolha, tem de ser refletida tendo em conta as diferentes componentes (biológicas, sociais, culturais, económicas e psíquicas), de forma a assegurar a verdadeira autonomia do indivíduo. Quando uma pessoa passa a ser prisioneira do seu corpo, dependente da ajuda de outros para a satisfação das suas necessidades básicas, esta, muitas vezes, não vive, apenas sobrevive e a certa altura passa recear ser um “fardo” para os familiares e a ter vontade de dizer “Não” ao estado em que se encontra e isto leva-o a pedir o direito a morrer com dignidade.

Viver é um direito e acho que muitas vezes as pessoas o veem como obrigação, quando não deviam. Legalizar a eutanásia não faz com que toda a gente que tenha uma doença terminal tenha que ser morta, apenas permite que as pessoas que não querem sofrer nem lutar mais possam escolher desistir. Não acredito que seja justo obrigar uma pessoa a “ser prisioneira” do seu corpo, não acho que se deva prolongar o sofrimento de uma pessoa, no fim de contas a morte e a única coisa certa da vida, é inevitável. Porquê obrigar alguém, que já aceitou que vai morrer, continuar a sofrer? 


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Texto argumentativo - Filipa Oliveira

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A Tolerância


A Tolerância, do latim tolerare, é um termo que define o grau de aceitação diante de um elemento contrário a uma regra moral, cultural, civil ou física. Há várias situações em que se pode tolerar: pode tolerar-se posições contrárias quando não se tem a certeza sobre algo; pode tolerar-se para evitar conflitos quando não se têm a certeza quanto ao desfecho final dos mesmos; pode-se tolerar por respeito pelas diferenças do Outro… Mas até onde devemos aceitar o Outro nas suas diferenças?

Cada pessoa é criada de uma certa maneira. Quando conhecemos alguém, conhecemos uma pessoa com outros hábitos, com outros costumes e se calhar com outra forma de viver. Devemos, por isso, tentar conviver pacificamente, cada um cedendo um pouco, para que a vida corra em paz. O mesmo se aplica a uma sociedade; sempre que estamos numa situação em que algo novo aparece ou alguém diz alguma coisa ou age de maneira diferente, devemos saber tolerar. Não devemos fazer como a maior parte das pessoas que quando têm de lidar com a diferença, apontam o dedo e limitam-se a criticar e a tentar arranjar argumentos inválidos para justificar certos atos, devemos no mínimo tentar respeitar e tolerar essas decisões mesmo que não concordemos a cem por cento com elas.

Na minha opinião a tolerância é um elemento base na sociedade porque sem ela, não há respeito entre os indivíduos que a constituem. Devemos respeitar sempre os que nos rodeiam quer tenham uma cor, uma religião ou até mesmo uma maneira de agir e pensar diferente da nossa.

Concluindo, ser tolerante não significa aceitar o que se tolera. Ser tolerante significa ter um espírito aberto e uma visão mais ampla sobre as diferentes situações. No fundo todos nós somos pessoas, seres humanos, que querem viver a vida em paz sem serem julgados pelos que os rodeiam e que querem ser amados e aceites pelo que são na realidade.
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Texto argumentativo - Margarida Vitorino

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Eutanásia

A eutanásia é como sabemos um tema polémico e que gera controvérsia. Faz sentido, pois põe em causa uma vida humana. Mesmo assim, penso que cada vida pertence a quem a vive e só quem a vive deve ter o direito de decidir se quer continuar a vivê-la, e por isso defendo a eutanásia.
Se uma pessoa sofrer um acidente grave que a coloque numa situação insuportável pela qual ela não queira passar, acho que tem todo o direito de decidir pôr fim à vida.
Vi um filme em que no final a protagonista, que tinha sido lutadora de boxe, acaba presa a uma cama, paraplégica e sem vontade de viver. Entendi a agonia dela e a sua necessidade de acabar com o seu sofrimento.
Pode ser visto como um ato de cobardia ou egoísmo, pois a maioria das pessoas ao deixar este mundo deixa também ente queridos mas é uma situação que depende de cada um e deve ser uma escolha compreensível mesmo assim.
Não deve ser um médico ou quem quer que seja a dizer-nos que temos de continuar a acordar todos os dias para viver uma vida que não desejamos e na qual não nos sentimos felizes nem realizados.

Em conclusão, repito que na minha opinião a vida é para quem quiser vivê-la. Penso que em certas situações não compensa viver em sofrimento e é totalmente compreensível a necessidade de aliviar o nosso fardo mesmo que isso signifique morrer.
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sábado, 4 de outubro de 2014

Texto argumentativo - Inês Pereira

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O casamento homossexual

O casamento homossexual é a união entre duas pessoas do mesmo sexo, trata-se de um casamento normal, desrespeitado por muita gente. Por exemplo, a presente lei permite o casamento entre homossexuais, no entanto não admite a possibilidade legal da adoção por pessoas casadas com a pessoa do mesmo sexo. Um homossexual (uma só pessoa) para adotar uma criança precisa apenas de ter mais de 30 anos e condições psicológicas, financeiras e familiares, não sendo a orientação sexual um crédito no processo adotivo. Mas, se falarmos no plural, isto é, num casal homossexual em união de facto, a adoção é-lhes vedada. Os homossexuais sempre tiveram filhos, a única diferença é que agora exigem ser reconhecidos como uma família.

Na minha opinião cada pessoa é feliz à sua maneira, estando junto com uma pessoa do mesmo sexo ou não.
Muitas pessoas discordam, pois pensam que a sociedade, a que Deus criou deveria ser como Ele profere, Adão e Eva e não Eva e Eva ou Adão e Adão.

Não discordo da Sua opinião, acredito que o Seu objetivo foi a procriação; que atualmente pode ser feita cientificamente, mesmo que seja muito difícil.  Acho que deveria haver uma igualdade de acesso à adoção. Afinal, o que torna um casal homossexual tão diferente de um casal heterossexual? Nada nos diz que uma criança criada por homossexuais será menos amada; nada nos diz que um casal homossexual é incapaz de cuidar bem dessa criança.

No entanto, todos ou a maior parte dos homossexuais vão continuar a ser julgados e criticados pelas suas escolhas/orientações sexuais.

Concluindo, todos os nossos objetivos são alcançar a felicidade, e se ela está prevista com pessoas do mesmo sexo temos de respeitá-la e apoiar a luta, pois a felicidade é um DIREITO.
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Texto Argumentativo - Ana Rita Freixiela

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LIBERDADE 

A "Liberdade", é a independência do ser humano, significa escolher segundo a nossa vontade, a liberdade de agir desta ou daquela maneira, a liberdade de poder ser feliz.
 Mas atualmente no séc. XXI, o homem é escravo da própria liberdade, a liberdade que este contém é uma liberdade condicionada.
 Por exemplo, através de questões que colocamos a outras pessoas sabemos que esta é uma definição que se altera com a idade, com as opiniões e crenças de cada um.
 Para uma criança, a liberdade é podermos fazer tudo quanto queremos, enquanto para um adulto a liberdade é algo que ele não consegue definir, contudo já consegue definir o seu contrário, como regras e obrigações. 
 A meu ver, as pessoas pensam que existe liberdade, mas esta não existe na sua pureza, pois somos desde bebés impostos a conceitos, regras, costumes, línguas e pensamentos, ou seja, somos dependentes até para usufruirmos da nossa liberdade.
  As pessoas são obrigadas a obedecer a outras pessoas que elas próprias escolhem: o governo.
  As pessoas são constantemente oprimidas quando expõem as suas opiniões, pois outros não concordam.
  Embora se afirme que um jovem não tem opiniões certas de nada e que estas mudam consoante as suas necessidades, na minha opinião, no que toca ao significado de liberdade, são talvez os jovens que mais se aproximam da verdadeira mensagem desta palavra.
 Deste modo considero que aja pessoas que defendam que a liberdade é algo inato, eu, considero que esta seja apenas uma simples palavra á qual fomos habituados a dizer que faz parte do nosso dia a dia, pois muitos não são felizes com a liberdade que têm, e a liberdade baseia-se na felicidade de cada um.
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Apresentações do 1º Período de 2014-15

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Walt Whitman, Canto de mim mesmo (Bruno, 10.11)
Cesare Pavese, Ofício de viver (Catarina, 29.10)
Leão Tolstoi, Confissão (Pedro, 29.10)
John-Henry Newman, Calista (Nicole, 15.10)
Robert Musil, O Jovem Torless (Tiago, 3.11)
Nicolau Maquiavel, O Príncipe (Francisca, 3.11)
José Cardoso Pires, O Delfim (Eduardo, 15.10)
Marcel Proust, Os Prazeres e os dias (Camila, 15.10)
Leão Tolstoi, Anna Karenina (João Afonso, 26.11)
F. Scott Fitzgerald, A Década perdida (Luís, 20.10)
José Rodrigues Miguéis, A Escola do paraíso (Inês, 20.10)
Lazarilho de Tormes (Rodrigo Alcarva, 20.10)
Arthur Schnitzler, História de um sonho (Madalena, 3.11)
Nathaniel Hawthorne, A Letra escarlate (Mariana Mancellos, 5.11)
Soren Kierkegaard, Temor e tremor (João Ruivo, 5.11)
Tommasi di Lampedusa, O Leopardo (Ricardo, 22.10)
António Patrício, Pedro, o Crú (Constança, 22.10)
Agustina Bessa-Luis, Fanny Owen (Ana Rita, 22.10)
T.S.Eliot, Terra Devastada (Ana Sofia, 12.11)
Elie Wiesel, Noite (Thomas, 27.10)
William Shakespeare, Muito barulho por nada (Leonor, 27.10)
Platão, Íon (Mónica, 27.10)
Thomas Mann, José e os seus irmãos (Gonçalo, 5.11)
Choderlos de Laclos, Ligações perigosas (Filipa, 10.11)

John Stuart Mill, Sobre a Liberdade (Mª Conceição, 29.10)
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